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fitoterapia

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ervas medicinais

Os governos do Antigo Egito deixaram registrados nos papiros a especial atenç ão que
davam à alimentaç ão. Os alimentos eram quase sempre preparados de forma ritualística
e as refeiç ões constituíam momentos muito especiais, onde todas as pessoas se reuniam,
discutiam assuntos e comiam calmamente. curso de fitoterapia a distancia
Essa característica peculiar pode ser comprovada pelas inscriç ões nas paredes das
tumbas, feitas de forma cuidadosa, mostrando grandes recipientes cheios de alimentos,
sempre ligados a símbolos espirituais. Na prá tica, os egípcios construíram câmaras
especiais em homenagem aos seus deuses, onde eram colocadas oferendas de alimentos
como grãos, bebidas e ervas de alta qualidade. curso de fitoterapia rj

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No Antigo Egito, a medicina sempre esteve vinculada à astrologia, e havia uma forte
relaç ão entre as plantas medicinais, planetas e signos correspondentes. Os egípcios
utilizavam as plantas condimentares de muitas formas, deixando-as até mesmo nas
tumbas dos faraós e personalidades importantes para que estes fizessem uma viagem
segura aos outros planos de existência. curso de fitoterapia chinesa a distancia

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São comuns as citaç ões dos papiros relatando a adoraç ão que o povo tinha pelas plantas.
O mais famoso deles é o Papiro Ebers, datado de 1550 a.C., que contém centenas de
fórmulas má gicas e remé dios populares usados na é poca. Esse papiro está exposto no
Museu de Leipzig, na Alemanha, e contém uma coletânea de aproximadamente 125
plantas, entre elas o anis, a alcaravia, a canela, o cardamomo, a mostarda, as sementes
de gergelim, o aç afrão e as sementes de papoula.
A história da aspirina também pode ser traç ada a partir do Antigo Egito, onde se
combatiam inflamaç ões com um extrato obtido da casca do salgueiro. Esse extrato é que,
mais tarde, permitiu a síntese do á cido acetilsalicílico – lanç ado comercialmente pela
empresa alemã Bayer, em 1899, com o nome de aspirina.
Na civilizaç ão egípcia, a cosmé tica também atingiu o nível de arte, voltada
exclusivamente para engrandecer a beleza e o refinamento exótico que já reinava em
todo o povo. Nos grandes templos, as essências perfumadas e os incensos eram oferecidos
diariamente como presentes aos deuses para que estes, por sua vez, mantivessem a
proteç ão sobre o grande faraó e todo o seu povo.
As mulheres dessa é poca já dispunham de grande quantidade de elementos para seu
embelezamento, o qual era extremamente valorizado em todos os estratos da sociedade.
Óleos e bá lsamos perfumados eram dispersos no corpo ou misturados ritualisticamente
em banhos.
Muitas plantas eram cadastradas como elementos ricos de promoç ão do bem-estar físico,
tais como a camomila, que era usada em óleos de massagem para acalmar dores
musculares ou simplesmente para se obter um profundo relaxamento. Suas flores eram
dispersas també m nas á guas mornas das banheiras, proporcionando momentos ú nicos de
prazer.
De acordo com o historiador e egiptólogo francês Pierre Montet, os cuidados com a
aparência física tiveram seu auge no reinado dos Ramsé s (por volta de 800-700 a.C.).
Nesse período, era comum banhar-se em á guas perfumadas pelo menos de manhã e
antes das principais refeiç ões. Os habitantes tinham o há bito de despejar a á gua sobre a
cabeç a e ficar dentro de uma bacia com areia e ervas aromá ticas purificadoras.

marcox

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